• O som do rock que nasceu de um ministério de louvor A trajetória de uma das bandas mais respeitadas do cenário musical se iniciou em meados de 1990 quando Juninho Afram (guitarra e vocal), Luciano Manga (Vocal), Walter Lopes (bateria), Túlio Régis (vocais) e Wagner Garcia Maradona (baixo), membros da Igreja Cristo Salva, em São Paulo, integravam o que chamavam de terceiro grupo, cuja finalidade era tocar em programações, de certo modo, mais modestas. Devido à forte interatividade entre os músicos, logo firmaram compromisso como uma banda com vida própria, o G3.

    Após a gravação do seu primeiro disco, um registro ao vivo datado de 1990, surge o nome para a banda, que de certa forma é bem sugestivo e combinou com a proposta de trabalho dos músicos. Oficina vem da idéia de conserto, o que sugere o grupo: “nós tocamos e cantamos embasados na Palavra de Deus, que pode consertar e restaurar o que está quebrado”. G3 é uma abreviação de Grupo 3, onde tudo começou.

  • Maradona e Túlio deixam a banda e abrem as portas para que Duca Tambasco (baixo), que já havia participado como convidado especial em “Nada É Tão Novo, Nada É Tão Velho” de 1993, e Jean Carllos (teclado) se juntem à tropa. Com esta formação, a banda lança em 1996 “Indiferença”, um clássico instantâneo do rock gospel nacional.

  • Manga deixa a Oficina G3 com o objetivo de exercer o ministério pastoral e PG assume os vocais durante cinco anos e meio, até o ano de 2003.


  • Quando Raul Seixas lançou em 1974 a música “Rock do diabo” e pregava aos quatro ventos que “... o diabo é o pai do rock...”, muitos preferiram ouvir a voz do místico a lembrar o que diz a palavra de Deus “tudo quanto têm fôlego, louve ao Senhor”. O diabo não criou os instrumentos musicais nem abençoa o homem com o dom de executar uma arte tão louvável: “Tocai com arte”, diz a Bíblia. Além de vencer os preconceitos dos mais ortodoxos e contrariar este jargão, a Oficina G3 resistiu a tudo e seguiu em frente para cumprir sua missão dentro da música. O resultado vem 13 anos depois, quando a banda é conhecida nacionalmente como uma das grandes bandas de rock do momento.

    Após constantes experiências com Deus, seus componentes conquistaram maturidade e dosam suas atuações de forma que a glória e honra sejam dadas ao Rei das Nações.

    Eles apenas utilizam o dom que receberam para ministrar a Palavra com qualidade e poesia, também. Por isso, a vaidade não tem lugar entre eles. “Nosso lema é Jesus, Vida e Rock’n’Roll”, divulga Jean.

    Prova disso, é toda a versatilidade e profissionalismo que a banda sempre teve de não fugir às tendências musicais de cada época, num estilo onde não perde as características ao se empenharem em mostrar sua competência em outras vertentes do rock.

    O CD Acústico Ao Vivo (1999) mostrou a grande desenvoltura da Oficina G3 em se tratando de baladas e abriu as portas para que a banda se apresentasse também nas igrejas, além dos shows e eventos.

    Depois de cinco CD’s gravados, a banda fecha contrato com a MK Publicitá e divulgam a primeira música: a balada-rock “Perfeito Amor” da coletânea “Amo Você 6”, que ajudou a fortalecer a imagem do grupo por todo o país. Lançam “O Tempo”, o primeiro trabalho pela nova gravadora que consolida esta fase da carreira dos músicos que conseguiram equilibrar todas as vertentes do rock e ainda temperar com boas baladas-rock sem perder a fidelidade do público que acompanha o trabalho da banda desde a sua formação. “Nós temos várias influências, mas a raiz do nosso som é o rock!”, conta Juninho.

    A utilização dos mesmos ritmos e linhas melódicas num estilo romântico já foram características da música evangélica no Brasil que hoje é lembrada como forma tradicional dentro das igrejas. A tendência mudou e hoje instrumentistas, cantores e todo o segmento do áudio e fonográfico se profissionalizaram tornando-se um mercado bem exigente.

    Um dos representantes desta visível mudança no segmento gospel da música foi a banda Oficina G3. Além de cabelos coloridos, tatuagens, brincos e guitarras distorcidas, eles foram muito além: levaram sua música para fora das fronteiras mercadológicas, ideológicas e territoriais. Suas letras abordam não apenas temas religiosos, mas também aspectos sociais como combate às drogas, corrupção, injustiças, devastação do meio ambiente, dentre outros, buscando levar uma mensagem que faça diferença na vida das pessoas e no mundo.

    Com sete discos de ouro, turnês pelo continente americano, Europa, América Latina, Japão e uma agenda lotada durante o ano todo, o OFICINA G3 tornou-se a banda cristã mais conhecida do Brasil, levando multidões às suas apresentações. E boa parte deste público é formado por pessoas que não se interessariam normalmente por esse segmento musical, quebrando, mais uma vez, o preconceito. Mas o reconhecimento do trabalho não é fruto do acaso. Na estrada há mais de 20 anos, seus músicos contam com o apoio de grandes empresas do mercado.

  • Durante a turnê de “O Tempo”, o baterista Walter Lopes sai da banda e primeiro Johnny Mazza, depois Luiz Fernando assumem a bateria como músicos contratados. Em 2002, “Humanos”, sétimo registro musical de estúdio da banda e segundo pela MK Publicitá, conseguiram a marca expressiva de 100 mil cópias nos três primeiros meses de seu lançamento.

    O zelo pela qualidade sonora, tanto na captação de som para as gravações quanto para shows, coloca a banda no hall das bandas conceituadas também fora da esfera do mercado gospel. Portanto, a grande diferença está na mensagem do grupo que é formado por músicos capacitados e com talento reconhecido não só pelo segmento.

  • No final de 2003, o vocalista PG deixa a banda para investir em uma carreira solo e agora como trio, Juninho Afram assume os vocais, além de continuar nas guitarras, e o Oficina entra em estúdio para trabalhar o novo CD.

    O guitarrista Déio Tambasco contribui, nos shows ao vivo, somando sua guitarra blues ao peso das guitarras de Juninho o que trouxe uma sonoridade bem pesada nas apresentações.

  • Em fevereiro de 2005 chega às lojas o oitavo CD do Oficina G3 e três dias após seu lançamento, “Além do que os olhos podem ver” vendeu mais de 20 mil cópias.











  • Para o ano de 2007, nova turnê com o lançamento do nono trabalho, nova formação: Juninho Afram, Jean Carllos e Duca Tambasco e têm a companhia na bateria de Alexandre Aposan e na guitarra base de Celso Machado.

  • O ano de 2008 marca a estréia nos vocais de Mauro Henrique, vocalista brasiliense dá novo peso ao som da banda.




  • Com cd Depois da Guerra, gravado no final de 2008 a banda conquista o Grammy Latino de 2009 e recebe o sétimo disco de ouro da carreira.









  • Em 2010 grava o DVD DDG EXPERIENCE com tecnologia HD e é mais um marco na vida da banda.

  • Hoje o Brasil é testemunha de que o Senhor confirma cada passo dado pela banda Oficina G3, que continua sendo a grande referência do rock n’roll no cenário gospel.

G3 E SUA IDEOLOGIA
A história que começaram a escrever na pequena e revolucionária igreja do Tio Cássio (como era chamado o fundador da Igreja Cristo Salva) é repleta de episódios marcantes e surpreendentes. Deus escolheu cada componente, restaurando suas vidas e manifestando Seu poder de forma muito especial. “Se fôssemos contar a história de cada um, ficaríamos horas contando as bênçãos e milagres. Alguns de nós, Deus tirou das drogas, do álcool e outros de uma vida cristã de fachada”, compartilha Juninho, também compositor.

Amparada nas experiências de vida de seus componentes e no talento natural de cada um, é que a banda Oficina G3 desenvolve seu trabalho. Trabalho este, julgado moderno demais para os padrões de algumas poucas igrejas brasileiras, no entanto, propício a alcançar um público heterogêneo, que não se prende à faixa etária definida apesar de terem grande identificação com adolescentes e jovens. O rock não tem idade, mas tem de ter consistência para se estabelecer. Este, um feito conquistado pela banda que não escondeu sua origem nem em nenhum momento mascarou suas reais intenções. “A gente toca rock e ama Jesus”, afirma Duca. Por isso, buscam clareza em suas canções e falam de forma explícita do amor de Deus.
COMPROMETIMENTO
Os planos de Deus são realmente tremendos e, certamente, o ministério da Oficina G3 é abençoado por Ele. A prova está nos frutos... “O rock é um veículo que a gente usa para falar de vida”, reforça Jean.

Por isso, o virtuosismo da banda não sobrepõe sua principal missão: pregar libertação. “Tocamos numa praça do Uruguai onde era ponto de venda de drogas. Deus mandou um temporal e os ‘cristãos’ nos deixaram com os traficantes, metaleiros e punks. Ao final, muitos se converteram e um mês depois, naquela mesma praça, 250 pessoas se batizaram, frutos daquele dia”, relata o guitarrista uma das muitas experiência sobrenaturais. tualmente Juninho é membro da Igreja Cristã da Família, Duca é membro da Igreja Batista e Jean da Comunidade da Graça, todos em São Paulo.
UM NOME A SER LEMBRADO
A Oficina G3 teve a ousadia de se lançar no mercado musical e fonográfico numa época em que nossas igrejas só consideravam lícitos os hinos tradicionais, herdados da reforma protestante e copiados em hinários como Cantor Cristão (Batista) ou Harpa Cristã (Assembléia de Deus). Seus fundadores souberam reconhecer o chamado de Deus e tiveram coragem para persistir em sua missão. Não titubearam em divulgar o evangelho da forma que eles mais sabiam: tocando rock. E assim foram e são um canal das bênçãos de Deus e instrumentos da salvação.

Com esse estilo de música levam palavras de vida a pessoas e lugares que não têm acesso fácil à música gospel. Pelas portas que se abriram, já passaram diversas outras bandas e muitas outras ainda virão. Porém, barreiras outras serão derrubadas e mais portas serão abertas. Até o dia em que a música gospel será reconhecida no Brasil e no mundo por seu potencial e sua importância muitas vezes terapêuticos para a humanidade.
EQUIPAMENTOS E DESTAQUE NA MÍDIA
A banda adquiriu credibilidade não somente no mercado fonográfico como em todo segmento da mídia que comparecem para divulgar seu trabalho.

JUNINHO AFRAM
Guitarrista. É patrocinado pelas guitarras TAGIMA, e possui dois modelos de guitarra signature, vendida com a sua assinatura. Foi o primeiro músico cristão a ter esse tipo de instrumento lançado no Brasil. Respeitado como um dos quatro melhores guitarristas do país, Juninho é compositor, arranjador e já escreveu para as principais revistas de guitarra do Brasil.

JEAN CARLLOS
Tecladista e arranjador. Patrocinado por uma das maiores empresas de tecnologia do mundo, a KORG, ministra workshops de tecnologia e música pelo Brasil.

DUCA TAMBASCO
Baixista e arranjado. Endorser da Tagima, sendo inclusive o primeiro músico a ter um baixo criado especialmente com a sua assinatura, dentro da "signature series" da empresa.

MAURO HENRRIQUE
Vocalista, produtor musical e multi-instrumentista. Ministra workshops por todo o Brasil mostrando suas técnicas vocais.

Além dos veículos de comunicação impressos como jornais e revistas dentro e fora do gospel, Jean, Juninho e Duca foram destaque em vários programas de TV (Vídeo Show, SPTV, RJTV, Metrópolis, MTV – Gordo a Go Go, Multi-show, DirecTV).
DESTAQUES
De origem paulista, a banda, formada em 1987, tem alguns números impressionantes:

• Já se apresentaram em todas as principais casas de show do país, incluindo dezenas de cidades do interior.

• Foram o único grupo cristão a tocar no Rock in Rio 3.

• Fizeram shows em estádios como Pacaembu, Canindé e Maracanã para públicos de até 200 mil pessoas.

• Tiveram matérias publicadas em revistas de expressão nacional (Veja, Isto É, Época, Backstage, Guitar Player,Cover Guitarra, Roadie Crew), jornais (Folha de São Paulo, Estadão, O Globo, Jornal do Brasil, Notícia Agora, Estado de Minas, Correio Braziliense e todos os maiores do país, sites (Whiplash!, Terra, UOL, IG) e programas de TV como (Vídeo Show, SPTV, RJTV, Metrópolis, A Noite é Nossa da TV Band, Central MTV, Programa da Eliana no SBT, entre outros).

• Clipes da banda sempre foram veiculados com destaque em canais como Multishow, MTV e programas especializados.

• Já tocaram por diversas vezes nos Estados Unidos e também Europa (Itália, Suiça, Inglaterra e Portugal), América do Sul (Argentina, Uruguai) e Japão.

• A maior comunidade do "Oficina G3" no Facebook possui mais de 1.500.000 milhão de membros. O grupo possui vídeos no YOUTUBE com mais de 5.000.000 milhões de views, além de possuir mais de 100 mil seguidores no Twitter.

• Com onze trabalhos lançados, todos os últimos 7 lançamentos ganharam disco de ouro, superando 1 milhão de cópias vendidas no total. Um grande feito em época de pirataria e mp3.

• O CD “Depois da Guerra” venceu o Grammy Latino 2009, levou o grupo pela primeira vez ao Japão e faturou o Troféu Talento 2009 nas categorias “Melhor Banda” e “Melhor Álbum Rock”.

• O disco também deu origem ao DVD “DDG Experience”, gravado com câmeras de 35 mm digital em alta definição e som surround em Santa Bárbara D'Oeste/SP, lançado em 2010, sendo um dos primeiros do país a usar essa tecnologia de ponta. Recebeu DVD de ouro com mais de 40 mil cópias vendidas.
Biografia
JUNINHO AFRAM

Com mais de 20 anos de carreira, um dos fundadores do Oficina G3, Juninho Afram tornou-se um dos principais guitarristas do Brasil, reconhecido pelo público e imprensa especializada há anos. Respeito ancorado em marcas que falam por si: em nove trabalhos lançados pela banda fundada em 1987, são 7 discos de ouro, alcançando mais de 1 milhão de cópias vendidas. No Grammy Latino, após duas indicações em 2005 e 2007, o prêmio veio em 2009 para o disco “Depois Da Guerra”. Some extensas turnês por todo o Brasil e também diversas passagens por Estados Unidos, Europa, América Latina e até Japão, shows para mais de 500 mil pessoas e apresentação histórica no Rock In Rio III.

Além disso, Juninho possui linha completa de produtos “signature series” pela Tagima, a maior fabricante brasileira de instrumentos musicais, sendo um dos principais endorsers da marca, com duas guitarras e um violão assinados por ele, entre os mais procurados do país. Juninho também possui signature das cordas Dean Markley, dos cabos Sparflex e é endorser da marca FIRE Custom Shop, fabricante de pedais e PedalBoard.

Capa de revistas especializadas como Guitar Player (cravando uma das 5 revistas mais vendidas da história da publicação - setembro/2008 - segundo a própria editora) e Cover Guitarra, Afram e o Oficina G3 já passaram por todos os principais veículos da imprensa nacional: Veja, Folha de São Paulo, MTV, Istoé, Estadão, Multishow, dezenas de jornais, sites, TV’s, revistas, rádios, de todos os estados, ultrapassando (e muito) a barreira do gospel.

Juninho começou, na adolescência, tocando violão. Mais tarde ganhou sua primeira guitarra e, devido a falta de recursos, fabricava seu próprios pedais de efeito. Iniciou oficialmente seus estudos aos 13 anos em um conservatório de violão clássico, passando por professores particulares e anos mais tarde aluno de um dos maiores ícones da guitarra brasileira, Mozart Mello. Juninho também foi professor durante 10 anos, experiência fundamental. Mas foi mesmo como autodidata, na prática, dedicação e nos palcos, que Juninho definiu seu estilo, sua técnica, sua maneira particular de tocar e compor.

Reconhecido principalmente pelo feeling e bom gosto com o qual interpreta as composições, Juninho conquistou merecidamente seu espaço entre os principais nomes da guitarra no Brasil.

JEAN CARLLOS

Ser diferente não é o bastante. Ser único no que se faz, é primordial. Em um cenário que vive constantes evoluções, imprimir suas características e marcar seu estilo através de uma personalidade musical única, é fator decisivo para o sucesso.

Assim é Jean Carllos. Músico cristão, auto-didata, dono de um estilo único e ousado, tem feito das teclas sua inspiração para inovar, ir além de simplesmente tocar, criando possibilidades nunca antes pensada para o instrumento.

Ingressou na música tocando violão, único instrumento disponível nas pequenas reuniões na igreja que frequentava em Brasília. Aos 12 anos já formava sua primeira banda fazendo evangelismos e tocando o velho e bom rock como estilo.

Seu encontro com as teclas veio da necessidade de um tecladista em sua igreja. Embora gostasse da idéia, nunca aceitou o formato disponível para tocar o instrumento. Desde então começou sua jornada para descobrir como fazer das teclas algo versátil, onde pudesse ter a liberdade de correr e fazer o que lhe viesse a cabeça enquanto tocava.

Aos 18 anos formou o Vértice, banda até hoje conhecida no cénario musical brasiliense. Tocou em vários festivais de música em Brasilia, e abrindo shows com sua banda, conheceu o Oficina G3.

Aos 21 anos foi convidado a fazer parte do G3. Gravou o CD Indiferença e já marcou sua história com arranjos como o da música Espelhos Mágicos.

Mudou-se para São Paulo em 1996, quando foi convidado para ser endorser da famosa marca de teclados Kurzweil. Recebeu vários prêmios da marca, dentre elas o reconhecimento dado somente a artistas como Stevie Wonder, em uma cerimonia em Anaheim, California, durante a NAMM Show.

Tocou em todas as principais casas de show do país e em vários estádios, como Pacaembu, Canindé e Maracanã para públicos maiores que 180 mil pessoas.

Tocou no Rock in Rio 3 - Por um mundo Melhor, sendo a única banda cristã a participar de um evento desse porte.

Junto ao Oficina G3, gravou 11 CD’s, todos ganhadores de disco de Ouro, ultrapassando mais de 1.000.000 milhão de cópias vendidas no total. Seus vídeos no YOUTUBE ultrapassam 5 milhões de views, além de ter apenas no Twitter, mais de 100 mil seguidores.

Também com o Oficina G3, teve seu trabalho divulgado nas principais revistas brasileiras, como Veja, Isto É, Backstage, Cover Teclado, Keyboard, Roadie Crew e nos principais jornais - Folha de São Paulo, Estadão, O Globo, Correio Braziliense, Estado de Minas, Jornal do Brasil, além dos programas de TV, como Vídeo-Show, SPTV, Central MTV, A Noite é Nossa na TV Bandeirantes, Gordo a Go Go, na MTV, etc.

Foi três vezes nominado e em 2009 foi o ganhador do Grammy Latino como Melhor álbum de Música Cristã em Língua Portuguesa.

Em 2012 entrou para o time de endorsers da mundialmente famosa marca de teclados KORG. Com a marca, iniciou uma jornada de workshops por todo o Brasil, demonstrando os produtos que vem utilizando em shows com o Oficina G3 e em suas apresentações solo.

Jean Carllos ministra workshops e faz palestras sobre Tecnologia e Música por todo o Brasil. Criou o STUD-ONline, método de estudo via internet onde o aluno faz os seus próprios hórarios, além de ter acompanhamento mensal ministrado por ele. O STUD-Online está atualmente sendo reescrito e modernizado.

Iniciou um projeto chamado Curso Presencial de Tecnologia & Música - curso itinerante com um dia de duração, onde ele ensina suas técnicas, programações, uso de hardwares, softwares e ligações entre teclados e computadores, possibilitando a qualquer músico interessado, descobrir como é possível fazer e tocar como Jean Carllos fez e faz até hoje.

MAURO HENRIQUE

Mauro Henrique de Sousa, ou simplesmente Mauro, nasceu em 10 de Novembro de 1982 na cidade de Brasília, sendo o Filho mais novo de uma família de 3 irmãos. Criado num lar cristão, desde cedo aprendeu a enfrentar as dificuldades em família, junto com a mãe e os irmãos Carlos e Paulo. Por influência de sua mãe, desde cedo se dedicou as atividades na igreja, e como a maioria dos grandes músicos, teve o seu primeiro contato com a música dentro da igreja, aos 8 anos de idade.

A seriedade com as coisas de Deus era uma exigência da mãe, que criou os 3 filhos com dificuldade, mas nunca se deixando abater, pois tinha consciência que o Deus que ela servia não deixaria nada faltar, e de fato, nunca faltou.

Por influência de Carlos, o irmão do meio, e seu grande amigo Leonel (Léo), que Mauro, ainda pequeno, começou a sua precoce carreira, desde cedo aprendendo as músicas tocadas pelo irmão e Léo.

Léo mal começou a ensinar os primeiros acordes no violão e Mauro já o impressionava tirando bases e solos de várias músicas de bandas que ambos gostavam. Foi quando Carlos e Léo resolveram presentea-lo com sua primeira guitarra. Porém Léo teve o cuidado de conversar com Mauro a respeito do dom que Deus lhe dera, sobre humildade e como era importante continuar em Seus caminhos.

A carreira musical de Mauro começou na igreja e tocando em escolas com um grupo de evangelização, o Resgatar Vidas. O canto ainda não era a sua maior paixão, pois as cordas ainda eram a sua grande preferência, seja na guitarra ou no contra baixo. Foi através de Jones (produtor musical da cidade de Brasília) que Mauro encontrou o caminho inicial para carreira promissora que nem ele mesmo ainda conseguia enxergar. Após tomar conhecimento de um concurso na TV, Mauro entrou em contato com Jones para gravar uma música para o concurso em que ele acabou sendo selecionado, mas para a sua tristeza, o concurso foi cancelado na segunda fase.

As portas começaram a se abrir quando Jones, ao ver o imenso potencial do garoto, convidou Mauro para fazer uma gravação de Backing vocal em um disco que ele estava produzindo. Para sua surpresa, Mauro mal sabia que aquele seria o seu primeiro cachê, e começou ali a ser escalado constantemente para outras gravações de guitarras, baixos, e a realizar mixagem de discos. Nascia ali a primeira profissão de Mauro Henrique no mundo da música; a de técnico de estúdio! No ano de 2000, Mauro foi indicado por uma amiga a fazer um teste na banda Vértice, banda que ele admirava e estava sem vocalista no momento. Com Marcelo Elias na guitarra, Alan Jones na bateria e Mauro no vocal e contrabaixo que o Vértice lançou seu primeiro álbum e fizeram diversos shows, e com a entrada de Josué Alves em 2004 mudou o seu nome para Full Range. O Fullrange gravou somente um EP de 3 faixas, “Free or Crazy”, “Inside the Dream” e “I Tried to Change” (que se transformou mais tarde em “Incondicional” no Oficina G3).

Mauro acabou se tornando produtor musical e professor de música na Melodia Music Center, do seu amigo Aldo. Mauro e Marcelo tiveram que sair do Fullrange pois as atividades profissionais estavam impossibilitando a continuação do projeto. Mas foi com Marcelo que Mauro aprendeu muito sobre teoria musical, conheceu outros estilos e compuseram várias canções.

Já casado com Jakylene, Mauro fazia planos de se mudar com a esposa para a Irlanda no ano de 2008, com o objetivo de aprimorar o inglês, e buscando novos desafios profissionais e um novo mundo de oportunidades no Velho Continente, mas os planos de Deus eram outros…

Foi numa tarde de 2008 que seu celular tocou, e Juninho Afram do Oficina G3 fazia a ele o surpreendente convite para fazer um teste no Oficina G3, uma das maiores bandas da música cristã contemporânea. Mudança de planos, conversa com a esposa, e de repente tudo mudou, agora não mais para a Europa, mas para São Paulo. O Oficina G3 anunciava então o seu novo vocalista, Mauro Henrique! Nova cidade, nova banda, novos planos, e um novo começo!

Com o Oficina já gravou logo o álbum “Depois da Guerra”, seu primeiro trabalho, que foi indicado e venceu o Grammy Latino em 2009. Gravou também em 2009 o seu primeiro DVD, o ”DDG EXPERIENCE”, baseado no “Depois da Guerra”, com algumas canções antigas da banda. Tudo ia bem, vários shows, reconhecimento e uma agenda extensa de shows e compromissos.

Os anos de 2010 à 2012 foram os anos mais difíceis de Mauro. Anos em que enfrentou uma luta contra um câncer no pulmão de sua esposa Jaky. Contudo, esse tempo foi uma época de grandes experiências com Deus, para ambos. Nesta mesma época Mauro pode contribuir mais na elaboração do novo trabalho do Oficina G3, já que no álbum anterior, entrou na banda com mais da metade do processo pronto. Mauro dividia seu tempo cuidando de sua esposa e compondo um novo álbum com seus companheiros.

Lamentavelmente, em Março de 2012 sua esposa faleceu, e ele resolveu se dedicar totalmente à produção do novo álbum da banda junto com seus companheiros. Foi um período difícil e de grande aprendizado.

Mas a vida precisou seguir em frente, e mesmo ainda sentindo as dores da perda de sua esposa, o Oficina G3 partiu para Londres com o objetivo de gravar o seu novo álbum no Rack Studio com um renomado engenheiro Richard Woodcraft, em busca de novos ares e uma nova sonoridade.

Em Abril de 2013 foi lançado o novo álbum do Oficina G3, “Histórias e Bicicletas”. Um álbum mais orgânico e o primeiro produzindo pela banda, também considerado o álbum mais poético do Oficina G3. Atualmente Mauro está casado com Carine Bastos (pessoa fundamental que o ajudou a se reerguer e continuar). Além de estar em turnê com o Oficina G3, Mauro está com dois novos projetos;

“Mauro Loop Session” – onde explora e demonstra não somente sua técnica vocal, mas também o seu lado musical e tecnológico. Usando apenas a voz, violão, pedais de efeito e controladores, sem o auxílio de pré-gravações ou playback, Mauro reconstrói, ao vivo, músicas com variados elementos sonoros. E o “Loop Session Friends” – um projeto com Leonardo Gonçalves e Guilherme de Sá (Rosa de Saron), basicamente usando os mesmos elementos do “Mauro Loop Session”, porém com outro repertório.

DUCA TAMBASCO

Paulistano, de família cristã protestante e também repleta de músicos, desde criança já se viu imerso no ambiente musical, seu contato com o contrabaixo se deu aos 8 anos de idade, mas conta que nem sempre tudo foram flores. Seu irmão mais velho - o renomado músico Déio Tambasco - o fez escolher o baixo por livre e espontânea "pressão", pois a igreja em que seu pai pastoreava precisava de um contrabaixista. Porém, foi por volta dos 12 anos que fez as pazes com a música e começou a se desenvolver como músico. Daí pra frente foi amor "a segunda vista".

O convite para ingressar na banda Oficina G3 se deu aos 18 anos de idade, o que foi um divisor de águas em sua jornada musical. A banda, conhecida por seus elaborados arranjos, foi o casamento perfeito para ele, que é um amante da arte e consequentemente alguém que sempre busca a excelência em tudo que faz pela música.

Duca Tambasco já foi capa da Revista Bass Player de Janeiro de 2014 e também patrocinado por diversas marcas especializadas do ramo musical. Porém, o mais interessante é saber que isso nunca foi algo almejado por ele, que leva tais conquistas com muita simplicidade.

Além da música, também é apaixonado por artes marciais. Nas olimpíadas de 2004, que aconteceram na Grécia em agosto daquele ano, seu irmão Déio Tambasco, que já há algum tempo tentava convencê-lo a fazer Jiu Jitsu, teve uma idéia: "que tal se fizermos Judô juntos?"

Duca, que tinha um forte preconceito com Jiu Jitsu, ponderou "legal! ao contrário do Jiu Jitsu - essa luta de pitbulls -, o judô sim é uma arte marcial!". Foi aí que encontraram a Shoorikan e conheceram os mestres Niitsuma e Jairo Andrade.

Alguns meses depois do seu início no Judô, inauguraram os treinos de Jiu Jitsu, ministrados pelo mestre Kalil Scudeler. Todo seu preconceito tolo desmoronou diante da gentileza e humildade do mestre Kalil. Foram 10 anos até a faixa-preta, conquistada em novembro de 2014. Em 2008 recebeu o maior presente de sua vida: o nascimento de Naomi, é típico pai babão, presente e que constantemente busca influenciá-la na música e educá-la nos caminhos do Senhor.

Depois de períodos turbulentos, teve sua vida restaurada quando conheceu Rafa Gizzi, com quem se casou em novembro de 2014. De personalidade tímida, encontrou nas redes sociais uma maneira de expor seus pensamentos políticos e religiosos, sua paixão pela fotografia, música, poesia e tudo que envolve o universo artístico. Com isso se tornou forte e atuante nas redes alcançando muitos seguidores, não só contrabaixistas, mas todo tipo de pessoas que compartilham os mesmo pensamentos e ideias.

Hoje, além dos shows com a banda, Duca Tambasco tem seu projeto paralelo: Música e Prosa. com esse workshop, voltou suas atenções para o YouTube, encontrando nessa ferramenta uma ótima maneira de divulgar esse lado de sua musicalidade até então desconhecida por muitos. Com isso, pretende apresentar suas composições instrumentais e também oferecer sua vasta experiência de mais de 20 anos como músico bem sucedido, inspirando e orientando novos músicos por todo Brasil.

Típico morador de metrópole, é assíduo frequentador de cafeterias. Falando em café, é amante desse grão tão importante e presente na vida do brasileiro. Gosta do seu sem açúcar! Brinca dizendo que sua “vida já é doce o suficiente; precisa de um pouco de amargor pra equilibrar”. Um de seus passatempos preferidos é andar pelas ruas do centro de São Paulo a pé, assim observando o cotidiano corrido do paulistano, onde por diversas vezes encontra inspiração para escrever canções.